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Exu na Lei da Kimbanda

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Exu na Lei da Kimbanda

Exú na Lei da Kimbanda

Salve meus irmãos e minhas irmãs! dando continuidade nas postagens anteriores sobre Kimbanda na África e Kimbanda no Brasil, começarei a entrar no mistério Exu dentro da tão comentada Kimbanda. Forte abraço para todos os que me acompanham por aqui!

A Lei da Kimbanda vem dos bantos, dos povos Angola-Congo. A “misturança”, ou ainda podemos dizer “sincretismo” entre Exu-iorubá, os Ngangas e Tatás (almas de chefes Kimbandeiros das nações bantas) foi o que deixou esse ar de confusão no povo, que muitos até mesmo sendo “feitos na Kimbanda”, não entendem, ou o que é pior, tratam-no de diabo.

Na verdade, o Exu da Kimbanda não é o Exu-Iorubá (Orixá ou Imalé dessa cultura). Os Espíritos que chegam na linha da Kimbanda são espíritos de Ngangas ou Tatás, aqueles que quando encarnados na terra eram sacerdotes bantos adoradores de algum Nkisi ou Npungu. No Brasil, o culto aos Npungus e Nkisis através dos seus mensageiros -os Ngangas- foi misturado na escravidão com o culto aos Encantados e aos pajés (da cultura tupi-guarani) e também com o dos Iorubás, surgindo os seguintes novos cultos, fruto desta miscelânea: Makumba – vem de “ma-kiumba” (espíritos da noite). Foi assim chamado o mais primitivo culto sincretista no Sul do Brasil (e o primeiro originado no Brasil), dada a sua maior preponderância banto; é dela que descendem os outros cultos afro-brasileiros com influência das nações Angola-Congo, Tupi-guarani, Nagô e a Igreja, nessa ordem.

A razão de se chamar makiumba (logo após por deturpação da palavra ficaria makumba ou macumba) foi justamente, porque é um culto que se faz à noite, onde se deveriam chamar necessariamente os espíritos da noite (almas de outros sacerdotes do culto – Eguns ou Ancestrais). No culto iorubano-nagô conhece-se e rende-se culto aos Ancestrais-Egun, porém eles são afastados dos rituais aos Orixás, tentando ter um contato com outro tipo de energia.

Isto contribuiu para que os rituais onde se chamavam os eguns fossem menosprezados, tratados pejorativamente e mal interpretados. Por outro lado, a Igreja também condenava os cultos com influência índio-banto onde se fazia a beberagem e supostamente “orgias”. Na verdade, as danças bantús eram no Brasil e ainda são na África, bastante eróticas, e também é verdade que os Guias bebem e fumam, porém é muito distante de ser uma orgia ou uma bebedeira.

Depois, quando os grupos de nações começaram a procurar sua identidade, dividiram-se os principais componentes da Makumba, aparecendo; Candomblé de Angola, Candomblé de Congo, Candomblé de Caboclo ou de Encantados; Catimbó; – todos eles à procura de uma raiz cultural – e também, ao final do século XIX surgem da macumba urbana, (onde se tinha muita participação dos brancos pobres e os descendentes de escravos) a Umbanda e a Kimbanda com influências para o Espiritismo e com muito sincretismo.

Na kimbanda, permaneceu grande parte do culto aos Ngangas da nação Angola-Congo, porém misturado com o diabo (pelas influências dos mitos e tabus dos próprios integrantes – que não tinham conhecimento das origens) e embaixo do pé Orixá Iorubá Exu.

Um forte abraço para todos os meus queridos leitores e muito Axé!

Texto e estudo: Elaborado e produzido pelo Sacerdote Marcel Oliveira (Old Snakes e SESC – TEMPLO ESPIRITUAL EM CONNECTICUT – EUA)

Imagem: Autor desconhecido

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